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Este mês, "Consultório no Arquivo"

 

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25 ANOS > 25 TEMAS

Tema 6 – As Ruínas do Mosteiro de S. Bento da Vitória

O Arquivo Distrital do Porto custodia milhares de metros lineares de património arquivístico, mas está ele próprio confinado a um edifício adaptado à missão e função de Arquivo que, pela sua carga e valor histórico, foi classificado como Monumento Nacional em 1977.

Contudo, e apesar de ter acolhido várias unidades orgânicas e ter assumido diversas funções na Cidade do Porto, o espaço ficou desocupado logo após a sua classificação.

As obras de restauro do mosteiro foram iniciadas em 1984 e, a 27 de julho de 1995, o ADP foi transferido da Praça da República para a Rua das Taipas, passando a ocupar uma grande parte da ala central, pertencente à primeira fase de construção do mosteiro, e a maior parte da ampliação desenvolvida em torno do segundo claustro.

O tema n.º 6 divulga algumas imagens, que são parte integrante do projeto de requalificação do edifício e do arquivo institucional do ADP, que nos mostra os vários espaços atualmente ocupados, ainda em ruínas, fazendo a correspondência entre a sua antiga função e a atual.

Sabia que o Serviço de Referência e Leitura abrigava as antigas estrebarias? Sabia que o antigo refeitório dos monges beneditinos estava situado no nosso atual salão de exposições? Veja como fomos e olhe à sua volta, comparando-o com o que nos tornamos.

 

 Documentos em exposição

 

A entrada / antiga Porta dos Carros

O claustro e o acesso à sala de exposições

O pátio / claustro exterior

O serviço de referência e leitura / antigas estrebarias

O salão polivalente ou sala de exposições / antigo refeitório dos monges

As caves

Os corredores das áreas técnicas / antigas celas

Depósitos

 

Depósitos / Antigos dormitórios

Os detalhes

O 5.º piso (áreas técnicas de Conservação e restauro, unidade de transferência de suportes e depósitos)

A cobertura

25 ANOS > 25 TEMAS

Tema 8 – Memórias da Escola Prática Comercial Raul Dória

O regresso às aulas marca sempre o início de um novo ciclo e é um bom pretexto para divulgarmos algumas memórias de uma Escola Prática Comercial que funcionou, durante 62 anos, entre 1902 e 1964, na cidade do Porto. O arquivo da instituição foi doado ao Arquivo Distrital do Porto em 1965. 

A Escola começou a sua atividade a partir da iniciativa particular de Raul Dória, que, com apenas 24 anos, passou a ministrar as disciplinas de Comércio e Caligrafia numa sala da sua própria casa. A 30 de novembro de 1902, porém, a Escola instala-se numa casa da rua do Bonjardim, adotando a designação de Escola Prática Comercial Raúl Dória, vocacionada para o ensino técnico comercial. Em 1904 muda-se para a rua Fernandes Tomás, mas o seu crescimento obriga a uma nova mudança, a 9 de Outubro de 1907, para o palacete das Lousas, na rua Gonçalo Cristóvão, n.º 189 e 191. Teve ainda uma secção feminina no n.º 28 da praça da Trindade.

Considerada a primeira escola do género na Península Ibérica e baseando-se nos métodos de instituições europeias e americanas, coloca a tónica no ensino prático para o qual possuía excelentes instalações e material didático próprio. Entre o conjunto dos cursos lecionados destacava-se o de Empregado de Escritório, de Guarda-Livros e de Caixeiro Viajante. A escola recebia alunos externos e internos e ministrava cursos noturnos, de férias e por correspondência.

Estabelecimento único em Portugal, a Escola informava as famílias dos alunos quanto aos resultados obtidos, através de boletins trimestrais, mensais e diários (no caso dos mais incumpridores), disponibilizava edições de obras mais baratas, através de uma tipografia própria, permitia o acesso às bibliotecas da Escola e, no final do curso, apoiava ativamente os diplomados na procura de emprego.

 

Documentos em exposição

 

Álbum de recortes

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/DIR/001

Trata-se de uma série factícia organizada por critérios subjetivos e produzida fora do contexto orgânico-funcional da instituição que contém recortes de imagens de professores, alunos, espaços e equipamentos da escola, eventos, entre outros.

 

Manuais Escolares

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/LIV-B/047/0127

A Escola tinha uma tipografia própria e apoiava os alunos com a edição de manuais mais baratos. Ainda é possível consultar os seguintes manuais: Aritmética Prática; Escrituração Comercial; Escrituração e Economia Doméstica; Escrituração de Seguros; Noções Especiais de Comércio; Noções Gerais de Comércio; Verbetes e Folhas Móveis e Vocabulários Comerciais em Francês- Português e Português - Francês (17 livros).

 

Hino da Escola Raul Dória

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/DIR/004/0003

Pautas de música contendo o Hino da Escola Prática Comercial Raul Dória, para flauta, primeiro e segundo violinos.

 

 

Regulamentos Internos

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/DIR/008/0003

Regulamento interno para os alunos externos e deveres a cumprir no dormitório.

 

 

Anúncio publicitário da instituição

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/DIR/007

Identifica a oferta formativa disponibilizada pela Escola.

 

Divulgação de evento comemorativo

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/DIR/005/0003

A comemoração dos seus aniversários era um momento social importante para a Escola que, nestas ocasiões, abria as suas instalações à população, através da promoção de bailes e de outras iniciativas.

 

Caderneta escolar de um aluno

PT/ADPRT/EMP/EPCRD/SEC-B/018

Contém o registo de informações pessoais, notas e observações da vida escolar do aluno durante a sua frequência do ensino liceal. As mais recentes, com esta, contêm também a fotografia do aluno.

 

25 ANOS > 25 TEMAS

 

Tema 7 – 65 anos da morte de Cármen Miranda e 110 anos da sua ida para o Brasil

Cármen Miranda morreu há 65 anos, a 5 de agosto de 1955, em Beverly Hills. Tinha 46 anos. Mas este ano também se comemora 110 anos sobre a sua ida para o Brasil, quando apenas tinha um ano e 8 meses.

Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu no Marco de Canaveses (Várzea da Ovelha e Aliviada) a 9 de fevereiro de 1909 e foi para o Brasil, com a mãe e a irmã mais velha Olinda, em finais de 1910.

Foi no Brasil que aprendeu, ainda jovem, a fazer chapéus, que mais tarde se viriam a tornar na sua marca registada. Foi também no Brasil que se tornou na primeira artista a assinar um contrato de trabalho com uma emissora de rádio, o que, aliado ao seu talento, lhe garantiu a participação nos primeiros filmes sonoros lançados na década de 1930.

Em 1939, apareceu pela primeira vez caracterizada de baiana, personagem que a lançou internacionalmente. No mesmo ano subiu aos palcos da Broadway e, no ano seguinte, foi convidada a atuar para o presidente Franklin Roosevelt, na Casa Branca, com seu grupo, o Bando da Lua. Nos Estados Unidos fez 14 filmes, entre 1940 e 1950, nove dos quais para a 20th Century Fox.

Cármen Miranda foi a primeira e única luso-brasileira, até hoje, a deixar a sua marca no cimento do passeio da fama do Grauman's Chinese Theatre em Los Angeles (1941). Em 8 de fevereiro de 1960, ganhou uma estrela póstuma no Passeio ou Calçada da Fama da Hollywood Boulevard e, desde aí, as homenagens têm sido inúmeras ao longo dos anos.

 

Documentos em exposição

Registo de batismo de Cármen Miranda

PT/ADPRT/PRQ/PMCN29/001/0022

Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu no Marco de Canaveses (Várzea da Ovelha e Aliviada) a 9 de fevereiro de 1909. Pertence ao fundo da paróquia de Várzea da Ovelha e Aliviada

   

 

Documentos do Processo de Passaporte da Maria Emília Miranda

PT/ADPRT/AC/GCPRT/J-E/099/0225 – Processo n.º 7

Processo da mãe de Cármen Miranda que inclui, entre outros, a carta de chamada do pai da artista, a certidão de nascimento de Maria do Carmo e da irmã Olinda e o deferimento do pedido de emissão do passaporte datado de outubro de 1910. Pertence ao fundo do Governo Civil do Porto.

Deferimento do pedido de passaporte em 29 de outubro de 1910

 

  

 Certidão de casamento de Maria Emília Miranda e José Maria Pinto da Cunha

 

    

Certidão de nascimento de Maria do Carmo (Cármen Miranda)

 

      

Carta de chamada dirigida a Maria Emília Miranda

 

 

25 ANOS > 25 TEMAS

Tema 4 – Festas populares e Romarias

As romarias e festas populares têm deixado, ao longo dos anos, várias evidências nos fundos documentais dos arquivos portugueses e, num país cheio de tradições como o nosso, são várias as festas e romarias que se realizam todos os anos.

Para além das evidências da realização de várias romarias e festas populares, também é possível localizar documentação relacionada com pedidos de licenciamentos de atividades profissionais ligadas à animação dos recintos, denúncias de moradores devido ao ruído ou exposições de práticas que atentavam contra a saúde pública.

Assim, desde folhetos, licenças, documentos contabilísticos, queixas, denúncias e até um abaixo-assinado contra o cancelamento das Festas de S. Bartolomeu, devido à peste bubónica, são incontáveis as provas documentais que podem ser pesquisadas no Arquivo Distrital do Porto relativas a este tema.

 

 Documentos em exposição

 

Folhetim promocional das Festas a Santo António

PT/ADPRT/COL/CDAC/017/015/01324

Libreto de 11 páginas com as Coplas de "Festas a Santo António em Lisboa: coros, coplas, desgarradas, fados e cançonetas da aplaudidíssima revista em 3 actos e 12 quadros", da autoria de Penha Coutinho e Álvaro Cabral, com música de Tomás del Negro e Luís Filgueiras.

 

Livro de despesas das Festas de S. João das Fontainhas

PT/ADPRT/AC/GCPRT/J-C/049/0459

Este livro contem as despesas efetuadas durante as Festas de S. João das Fontainhas dos anos de 1927 a 1929.

   

Normas a observar nas festas das Fontainhas entre 9 e 30 de junho de 1959

PT/ADPRT/AC/GCPRT/F/141/0055

Despacho e Procedimentos para solicitar a autorização para a realização de “folguedos” nas noites de Santo António, S. João e S. Pedro, integrados nos processos de correspondência referentes à realização de festas populares, assembleias gerais e diversas reuniões do Governo Civil do Porto.

 

   

Abaixo-assinado contra o cancelamento de uma festa popular

PT/ADPRT/AC/GCPRT, maço 3081

Este documento está integrado no maço relativo ao surto de peste bubónica de 1899 e diz respeito ao cancelamento das Festas de S. Bartolomeu, que todos os anos se realizam, em Baião, a 24 de agosto.

 

Denúncias sobre práticas que atentavam contra a saúde dos frequentadores de Festas e Romarias

PT/ADPRT/ASS/LPPS/DIR/013-031/0485

A Liga Portuguesa de Profilaxia Social interveio junto do Governo Civil do Porto, no sentido de impedir a prática de consumo de uma beberagem feita a partir de cordão umbilical, bem como outras práticas contra a saúde pública.

 

 

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