Conheça os Projetos do ADP

Neste espaço, poderá conhecer os vários projetos do ADP, os já realizados ou ainda em curso. Surpreenda-se!
Este mês, "Consultório no Arquivo"

 

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Seja bem-vindo à Sala de Referência e Leitura Virtual do Arquivo! Encontra-se no espaço onde pode aceder a diversas funcionalidades. Todo o seu relacionamento com o ADP passará por aqui.

 

 

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Doação

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25 ANOS > 25 TEMAS

  

Tema 2 – 100 anos da Reconstrução do Teatro São João

A 7 de março de 1920 foi inaugurado o edifício reconstruído do Teatro São João.

O edifício original, com projeto do arquiteto italiano Vicente Mazzoneschi, havia sido inaugurado em 13 de maio de 1798. Contudo, foi completamente destruído por um incêndio em 11 de abril de 1908, a que se seguiu a nomeação de uma comissão para a reconstrução do edifício, iniciada em 1911, com projeto do arquiteto Marques da Silva.

No Arquivo Distrital do Porto, é possível encontrar evidências da atividade do Teatro São João em vários fundos documentais, sendo de destacar o fundo do Governo Civil do Porto e o grupo de arquivos notariais do Porto.

Reclassificado em 2012 como monumento nacional, o Teatro Nacional de São João é um dos principais edifícios da cidade do Porto.

 

Documentos em exposição

 

Registo de batismo do arquiteto Marques da Silva

PT/ADPRT/PRQ/PPRT10/001/0027, fl. 68 v, assento n.º 137

Responsável pelo projeto de reconstrução do novo edifício do Teatro de São João, José Marques da Silva é uma das principais figuras da arquitetura do Porto e nasceu a 18 de outubro de 1869 na paróquia de Paranhos.

 

  

Postal do incêndio do Teatro São João: frente | verso

PT/ADPRT/COL/CDAC/018/025/1482

Faz parte da coleção de Documentos das Artes Cénicas e integra um álbum com 298 fotografias e postais, exibindo imagens de várias atrizes e atores do teatro e cinema portugueses.

O verso do postal está carimbado com a inscrição «José Idães / Rua Carlos Mardel, 65, 2.º - E / Lisboa / Reportagem da “Polícia Portuguesa”». Contém ainda o seguinte texto manuscrito: «S. João do Porto, Abril 1908. Incêndio do Teatro de S. João do Porto / O rescaldo dentro do desmantelado edifício».

 

Relatório da Inspeção Geral do Serviço de Incêndios do Porto e a comunicação enviada ao Governo Civil do Porto

PT/ADPRT/AC/GCPRT/A/089

Apesar de inaugurado a 7 de março de 1920, estas evidências do fundo do Governo Civil do Porto indicam que, no dia da inauguração, o teatro ainda não estava “em condições de funcionar”.

 

 

Registo da licença do Teatro São João para realização de espetáculos públicos no dia da inauguração do edifício novo

PT/ADPRT/AC/GCPRT/J-B/088/4039

A atribuição de licença para a realização de espetáculos era uma das prerrogativas do Governo Civil do Porto e este livro de registos de licenças, produzido entre 14 de setembro de 1906 e 16 de junho de 1921, informa-nos que o Teatro de São João obteve a licença necessária para a realização de espetáculos públicos no período de 5 de março a 18 de abril de 1920.

 

   

O projeto 25 ANOS > 25 TEMAS pretende celebrar os 25 anos da transferência do ADP para parte do Mosteiro de S. Bento da Vitória.

Assim, a cada 10 dias serão expostos, ao público em geral na entrada do Serviço de Referência, um conjunto de documentos originais, organizados em torno de 25 temas.

Os temas e os documentos serão posteriormente publicados nesta página ao longo do ano, para usufruto de todos os que não puderam deslocar-se às nossas instalações.

Clique no tema pretendido para aceder aos documentos.

Tema 1: "As carquejeiras do Porto"

Tema 2: "100 anos da Reconstrução do Teatro São João"

Tema 3: "A peste Bubónica no Porto"

Tema 4: Festas Populares e Romarias

Tema 5: Outros Suportes de Arquivo

Tema 6: As ruínas do Mosteiro de S. Bento da Vitória

Tema 7: 65 anos da morte de Cármen Miranda e 110 anos da sua ida para o Brasil

Tema 8: Memórias da Escola Prática Comercial Raul Doria

 

1 - A Associação dos Amigos do Arquivo Distrital do Porto foi criada em fevereiro de 2009 e tem por objeto:

  • Contribuir para a promoção, salvaguarda e divulgação do acervo patrimonial do Arquivo Distrital do Porto.
  • Organizar ou patrocinar atividades culturais, educativas e científicas, nomeadamente: conferências, seminários, exposições, espetáculos e outros eventos.

2 - Para a prossecução dos seus objetivos, tendo sempre como princípio fundamental o respeito pelas políticas arquivísticas emanadas pela tutela do Arquivo, a Associação tem, entre outras, as seguintes atribuições:

  • Promover convénios ou outros acordos com outras entidades, nacionais ou estrangeiras, tendo em vista a promoção das atividades do Arquivo Distrital do Porto;
  • Desenvolver ações que contribuam para a divulgação e o enriquecimento dos fundos documentais do Arquivo Distrital do Porto;
  • Adquirir ou patrocinar a aquisição de bens ou equipamentos de que o Arquivo Distrital do Porto necessite para o seu funcionamento;
  • Financiar a edição de publicações relacionadas com a atividade do Arquivo Distrital do Porto;
  • Promover o voluntariado para atuação em diversas áreas do Arquivo Distrital do Porto;
  • Editar regularmente o Boletim da Associação.

 

Conheça a versão integral dos Estatutos da Associação dos Amigos do Arquivo Distrital do Porto aprovados na Assembleia-geral de 10 de Fev. de 2009.

O Projeto

Implementado no Arquivo Distrital do Porto, desde 2007, o projeto de “Voluntariado” pretende mobilizar os cidadãos para a execução de práticas promotoras da memória arquivística, num contexto de cooperação, cidadania, responsabilidade, convergência e gratuitidade.

No ADP, a intervenção do voluntário enquadra-se num conjunto de ações de interesse social e comunitário no domínio dos arquivos, no âmbito de projetos, programas ou outras formas de intervenção.

A adesão ao regime de voluntariado é realizada a partir do preenchimento de uma ficha de inscrição e uma breve entrevista nas instalações do ADP.

Algumas das tarefas realizadas: organização e higienização de documentos de arquivo, introdução de registos de unidades arquivísticas na base de dados de descrição DigitArq e desenvolvimento de trabalhos pontuais na unidade de conservação e restauro.

 

Direitos do voluntário

1 - Desenvolver um trabalho de acordo com os seus conhecimentos, experiências e motivações;

2 - Receber apoio no desempenho do seu trabalho com acompanhamento e supervisão técnica;

3 - Ter ambiente de trabalho favorável e em condições de higiene e segurança;

4 - Participação das decisões que dizem respeito ao seu trabalho;

5 - Ser reconhecido pelo trabalho que desenvolve;

6 - Acordar com a organização promotora um programa de voluntariado, que regule os termos e condições do trabalho que vai realizar.

 

Deveres do Voluntário

1 - Observar e respeitar as normas e princípios éticos da organização promotora e/ou de todas as pessoas a que ela estão interligadas;

2 - Mostrar-se ativo, voluntário e solidário, utilizando corretamente os bens, equipamentos e recursos materiais colocados ao seu dispor;

3 - Respeitar as opções e orientações dos profissionais das organizações promotoras, cumprindo, também, a calendarizarão da realização de atividades acordada;

4 - Utilizar, durante as atividades, a sua identificação como voluntário e nunca assumir o papel de representante da organização promotora sem o devido reconhecimento da mesma.

 

Suspensão e Cessação do Trabalho Voluntário

Em caso de suspensão ou cessação das atividades do voluntário na organização promotora, devem ser tomadas as seguintes medidas:

1 - O voluntário deve avisar atempadamente a organização promotora, se pretender interromper ou cessar as suas atividades;

2 – O programa de voluntariado poderá ser interrompido ou mesmo suspenso, em caso de incumprimento grave e frequente por parte do voluntário ou por alteração dos objetivos institucionais por parte da organização promotora.

 

Para mais informações, contacte-nos pelo Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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